O outro que fala , e você sente.
O outro que ri, e você sente.
O outro que olha, e você sente.
Sempre o outro...
O outro que te falta (quando você precisa)
e o que te FAZ falta..
Porém nunca nos lembramos que também somos ''o outro'' na vida de quem sente, ri, chora...
Uma verdadeira bola de neve. Uma roda gigante ininterrupta.
É inevitável essa comunicação, seja na forma de fala ou expressões, mas é possível uma reformulação de si mesmo.
Levando em conta que entendemos as coisas do nosso próprio jeito, devido nossa subjetividade, podemos nos assegurar de que nem tudo que você escuta ou nem tudo que você compreende como uma resposta à você, é necessariamente destinada à você. Ou seja, de acordo com a história de vida da pessoa, ela pode estar te dizendo algo quando na verdade é o que disseram a ela..é o que ela sentiu por parte de alguém.
Um exemplo é alguém extremamente ferido com palavras de desprezo, dependendo do ''dia'' da pessoa, ela pode expor isso à quem quer que apareça em sua frente, e assim pela sua história de rejeição começar a emitir comportamentos parecidos, afastando alguém sem intenção aparente.
